O maldito do desejo



Segundos com os olhos fechados e algo veio me intrigar. É de desejos que eu quero falar. Boca muda, pálpebras fechadas. É só imaginar. Por que o desejo de vez enquanto aparece para me aperriar? E quando ele chega, não dá para evitar. Ele só quer ser saciado, se entregar, você se apavora porque já sabe quem sempre ganha essa luta, é o maldito e sem-vergonha do desejo. Sem fundamento, é sempre assim se partirmos do pressuposto que ele não trará benefício nenhum.

Dane-se, seu corpo pede, sua alma implora e suas vontades são involuntárias. Ele te domina e você não passa de um fantoche. Não importa o tipo de desejo, todos são iguais e sua principal vantagem é proporcionar um prazer absurdo ao seu escravo. É só você e o desejo, foda-se os outros, que jorre lágrimas, sangue, inconpreenção. Você  não têm culpa e nada mais do que uma vítima. Cabeça a mil, sangue correndo forte, vai me dizer que vai resistir? Sem esse blá, blá, blá...você acha que passa, mas basta outra oportunidade para florescer de novo, ele não morre até ser vivido, nem que seja por uma única vez, ele precisa matar a sede.

Elen Abreu

5 comentários:

Marilu disse...

Querida amiga, tenha uma linda semana. Beijocas

Professora Carla Fernanda disse...

Boa noite! Belo post!
Carla Fernanda

Franck disse...

Eu quero os desejos, todos; todos os dias!
Um bom fim de semana! Bj*

Daniel Savio disse...

Mas nem todos os desejos tem de ser esquecidos, não é?

Alguns são tão bons...

Fique com Deus, menina Elen.
Um abraço.

Maria do Carmo disse...

rsrsrs,como é bom passear por aqui,gostei do foda-se,vc é demais garota,bjos.

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